17 de abril de 2015

95 anos de Bacabal: sobre nossa memória

Lendo Mário Chagas fico pensando “aqui com meus botões” quantas casas de nossa cidade nesses 95 anos evocam nossas memórias, nossos sonhos...Quantas? Não deixemos nossa memória ser silenciada!
“As casas museus (sejam elas casas das camadas populares, das classes médias ou das elites sociais e econômicas), a rigor, são casas que saíram da esfera privada e entraram na esfera pública, deixaram de abrigar pessoas, mas não deixaram necessariamente de abrigar objetos, muitos dos quais foram sensibilizados pelos antigos moradores da casa. As casas museus e os seus objetos servem para evocar nos visitantes lembranças de seus antigos habitantes, de seus hábitos, sonhos, alegrias, tristezas, lutas, derrotas e vitórias; mas servem também para evocar lembranças das casas que o visitante habitou e que hoje o habitam.
Para Walter Benjamin, as casas museus podem ser compreendidas como casas que propiciam sonhos de casas e que unem universos individuais e particulares com universos coletivos”. (Mario Chagas. A poética das casas museus de heróis populares).
Colégio 011

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