31 de março de 2012

Jean Piaget - Tendência cognitiva

Neste vídeo encontramos algumas contribuições de Piaget para educação.



Ouse fazer!

Atreva-te


30 de março de 2012

Mulheres com ideias republicanas: Bárbara de Alencar/ Fortaleza-CE

Bárbara de Alencar

(1760-1823)
Avó do escritor
José de Alencar
Numa de nossas viagens a Fortaleza-CE tivemos a oportunidade de conhecer a história de Bárbara de Alencar( é bem provável que nem se fale nela nas aulas de História) e fomos ao lugar em que ficou presa. 
-->Ela foi presa em 1817 em Fortaleza por ter participado de movimentos ligados à iIndependência do Brasil e  liderado a República do Crato. É considerada a primeira presa política do Brasil. Clique nos links e conheça um pouco da  vida deste personagem da nossa história: uma mulher guerreira.
Descendo até a prisão
Alguns turistas quiseram ver de perto...entraram e experimentaram a sensação de ficar ali por alguns minutos.

Cela onde ficou presa Bárbara de Alencar:
tortura e humilhação
Entrada da prisão(buraco)
Imaginem o sofrimento
de alguém preso neste lugar


8 de março de 2012

Dia Internacional da Mulher

6 de março de 2012

Cursos Proinfo: certificação 2012

Hoje, o NTE-Bacabal, realizou  mais uma cerimônia de entrega de certificados dos cursos “Tecnologias na Educação: Ensinando e Aprendendo com as TICs” e “Elaboração de Projetos” das turmas finalizadas em dezembro de 2011. Durante o evento fez-se uma reflexão sobre a importância das tecnologias da comunicação e informação no trabalho pedagógico. Os professores falaram das modificações ocorridas na forma de se relacionarem com as mídias e tecnologias, na importância do planejamento voltado para sua utilização em sala de aula. Destacaram, ainda, que o curso promove uma maior interação entre alunos( nativos digitais) e professores, à medida que estes ao se apropriarem das TICs inovam na forma de trabalhar em sala de aula se inserindo no mundo digital.

 

1 de março de 2012

Republica Oligárquica: Governo de Campos Salles


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 Por: Josanny Gomes Quixaba

Manuel Ferraz de Campos Salles, fazendeiro paulista, político experiente que foi um dos fundadores do PRP (Partido Republicano Paulista) assumiu o governo federal de 1898 – 1902. Nesse momento o Brasil enfrentava uma crise econômica e divergências políticas entre as oligarquias que prejudicavam a estabilidade do governo.
Em seu livro: ”Da propaganda à presidência” escrito em 1908, faz uma síntese política de seu governo e expõe o pacto com as oligarquias regionais conhecido na historiografia como ‘política dos governadores’ e que possibilitou a estabilidade da primeira República até 1920. Nele, Campos Salles destaca dois cenários políticos encontrados na primeira República: os Estados da federação e a Capital Federal. Para ele, ‘é nos Estados... que reside a verdadeira força política’- as oligarquias estaduais com as quais o poder executivo deveria aliar-se para assegurar seu poder. Entretanto, a Capital Federal representava o mundo da desordem e deveria ser esvaziada politicamente, ou seja, excluía os interesses dos cidadãos comuns, das multidões e sua participação na vida política. Assim, adotou uma política de aliança e troca de favores que manteve o entendimento entre os Estados da federação e a presidência.

A política dos governadores foi um pacto político estabelecido entre os três níveis da administração política do país: o municipal representado pelos coronéis; o governo estadual, oligarquias estaduais e o presidente. Através desse esquema político as oligarquias estaduais apoiadas pelos coronéis elegiam os deputados e senadores favoráveis ao poder central que retribuía com verbas, benefícios, empregos, apoio político. Além disso, o pacto era assegurado pela Comissão de Verificação de Poderes responsável por diplomar os candidatos vitoriosos nas eleições. No entanto, se houvesse vitoriosos de um opositor este não seria titulado, favorecendo os grupos dominantes.
Dessa forma, a troca de favores políticos e o clientelismo garantiram às oligarquias estaduais sua autonomia e, ao executivo o fortalecimento do seu poder. Daí, ressaltar a afirmação de que com a política de governadores, consolidou-se a República Oligárquica no Brasil.